Coletiva - Início das Obras de Terraplanagem para Construção da 5º Faixa da Rodovia dos Imigrantes - 20122905

De Infogov São Paulo
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Transcrição da coletiva do Início das Obras de Terraplanagem para Construção da 5º Faixa da Rodovia dos Imigrantes

Local: São Bernardo do Campo - Data: 29/05/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, os sistemas mais estratégicos de rodovias de São Paulo é o Sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a terceira maior cidade do mundo, a Baixada Santista, Porto de Santos – maior porto da América Latina – polo petroquímico de Cubatão, turismo, Petrobras, enfim, a região que mais cresce hoje no Brasil, que é a Baixada e o litoral. A obra que se inicia são 12 meses de obra, quinta faixa, 14km de quinta faixa na rodovia que sobe do litoral para a capital, entre o KM 40 até o Rodoanel. Então, interliga no KM 26 do Rodoanel. Essa quinta faixa, 3,5m de largura, mais 1m de segurança, alargamento de duas pontes, dois viadutos. Estima-se que em fim de semana, feriado, possa reduzir a viagem de 15 a 20 minutos com essa ampliação da capacidade da Imigrantes. E já prevê a sexta faixa. Então, as obras de viadutos e de pontes já estão prevendo uma sexta faixa dentro de mais um ano. Mas, hoje, já começa já a quinta faixa, que em 12 meses deve estar concluída. Nós estamos também fazendo a ampliação da Castelo Branco na altura de Barueri, que é outra entrada importante de São Paulo. Fazendo a ampliação da Anhanguera, na altura de São Paulo, Osasco, também é uma ampliação importante. E, o ano que vem, uma grande ampliação na Bandeirantes, entre Jundiaí até São Paulo. Então, está havendo uma readequação e ampliação de todo o sistema de rodovias que chega em São Paulo. E a conclusão do Rodoanel, que vai dar uma logística extraordinária. A Asa Leste já está em obra, e a Asa Norte, em licitação.


REPÓRTER: Governador, explica para a gente quem toca a obra aqui, quem gerencia, quanto vai custar?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Aqui não tem dinheiro público, é obrigação da concessionária, ela que vai executar a obra. De hoje a 12 meses, ela deve estar concluída. Não apenas o alargamento da pista, com mais uma faixa, passa de quatro para cinco faixas. Aqui, 14km, e tem que ampliar dois viadutos e duas pontes. Como vamos ter obras de arte, já fica previsto nessa ampliação também a sexta faixa. Essa quinta faixa vai ser feita nesse gramado que fica entre as duas pistas. Então, vai ter um guard-rail para evitar de um carro pular para a outra pista, vai ter um guard-rail. Em alguns momentos, ela não será no canteiro, mas ela será na lateral. Então, depende do local.


REPÓRTER: Esse trecho já foi feito a desapropriação?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não. Não tem desapropriação porque ela é feita aqui no espaço entre as duas pistas, que já é do canteiro.


REPÓRTER: E naquele pedacinho lá na frente, [ininteligível].


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Toda a desapropriação já foi feito o decreto de utilidade pública e é paga pela concessionária. Mas não tem muita desapropriação, porque grande parte da obra é feita no canteiro. E o canteiro que não tem guard-rail, passará a ter. Então, toda a preocupação com a segurança.


REPÓRTER: E a tarifa do pedágio?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não tem nenhuma alteração, nenhuma alteração. O que tem é uma forte redução, barateamento do pedágio eletrônico, do custo do TAG. Nós anunciamos ontem a entrada de uma nova operadora, nós queremos várias operadoras trabalhando no Estado de São Paulo, com isso tivemos sete novos planos. Então, muitos planos têm adesão de graça, que era R$ 66,00, a renovação de graça, que era R$ 66,00, a taxa de transferência de graça, que era quase R$ 40,00. E a mensalidade, que era R$ 11,90 ou R$ 15,76, reduzida para R$ 8,00 em uma operadora, para R$ 6,00 na outra operadora, que cobra a adesão. Então, quanto mais pessoas tiverem o pedágio eletrônico, melhor. E a grande novidade, o pré-pago. Então, a entrada de novas operadoras, os novos planos, uma redução forte para todo mundo poder ter o TAG no carro, ganhar tempo, ter mais comodidade, conforto e segurança.


REPÓRTER: Governador, [ininteligível], sobre a investigação de um esquema de corrupção lá, de lá para cá todos os investigados têm confirmado o esquema, inclusive ontem o superintendente da [ininteligível] falou que de fato havia esse esquema. Isso muda alguma coisa em relação do PSDB com o PTB lá na cidade, como é que o senhor avalia essa situação agora, se confirmando?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, primeiro, o assunto é estritamente local, da cidade. E em relação a questão eleitoral, ela não tem nenhuma relação com o governo, quem decide sobre eleição é o partido, então deve ser ouvido o presidente do partido.


REPÓRTER: Governador, ontem foi aprovado naquela comissão de juristas lá que está propondo mudanças para o Código Penal, a descriminalização das drogas para usuários. O que o senhor pensa a respeito disso?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, eu acho que a gente deve debater e aprofundar esse tema, acho que é um tema complexo, a questão hoje das drogas é o que mais preocupa porque você tem um crescimento, principalmente de jovens, dependentes químicos, fruto disso, da dependência química, muito roubo e furto, ligado à violência, ligado também a isso. Questão de tráfico de drogas, gravíssimo. Veja que o Brasil, São Paulo produz cana, produz milho, feijão, laranja, café, mas não produz cocaína, como é que entra tudo isso no país? Então, é uma questão que preocupa muito. Eu sempre defendi que a gente deve ser muito dura com traficante e dependente químico é doente e doente precisa ser tratado, por isso nós estamos dobrando o número de vagas no sistema de saúde mental, seja ambulatório, seja hospitalização para tratamento das pessoas doentes.


REPÓRTER: Governador, voltando a questão do [ininteligível], esse caos na cidade, está se comprovando as denúncias, isso arranha mais a imagem [ininteligível], como é que o senhor avalia?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Isso é um assunto local, não é um assunto estadual.


REPÓRTER: A cobrança de pedágio no trecho [ininteligível], na Imigrantes, o senhor tem uma previsão de quando vai ser?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, nós estamos começando o chamado pedágio ponto a ponto, começamos por Itatiba, foi um sucesso, de cada 10, 9 a aplaudiram, aprovação altíssima. Vamos dia 11 de junho implantar na rodovia Santos Dumont, Indaiatuba, depois Jaguariúna, na região de Campinas e Paulínia, são as 4 primeiras. Mas à medida que nós formos caminhando para ter os arcos, para você poder fazer a leitura do tag, a ideia é expandir para o Estado inteiro, não tem ainda uma data. O que tem é a segunda rodovia, a primeira foi a SP-360, Jundiaí-Itatiba, um sucesso. A segunda será dia 11 de junho, começou ontem a inscrição para o ponto a ponto, os tags, que é de graça, vai ser a rodovia Santos Dumont. Vamos inaugurar dia 11 Indaiatuba, a terceira deve ser Jaguariúna-Pedreira-Amparo, que é região de Campinas, e gradualmente nós vamos expandir está bom?


REPÓRTER: Governador, em relação ao PSDB aqui na região, como o senhor avalia o papel do partido aqui em Santo André e São Bernardo que são duas cidades que sempre tiveram tradição em lançar candidaturas próprias e agora abrindo mão em prol do uma composição; atrapalha o crescimento do partido aqui na região?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Os diretórios do partido têm autonomia, então cada cidade decide onde lança candidato, onde faz coligação, a eleição, ela é municipal, cada município tem a sua singularidade não é, então cada município decide, nós devemos ter candidatos próprios em mais de 400 municípios, mas não em todos os municípios.


REPÓRTER: Governador, o senhor da última vez o senhor falou que achava o Alex Valente um bom pré-candidato, o Aidan também é um bom pré-candidato?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, vamos aguardar as convenções partidárias, decididas as convenções, nós vamos saber quem são os candidatos, as alianças, cada coisa tem seu tempo.


REPÓRTER: O senhor vai estar em Santo André e São Bernardo.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Governador do Estado não faz campanha.


REPÓRTER: Mas como militante do PSDB?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Como militante eu sou fiel ao meu partido.


REPÓRTER: Obrigado.