Coletiva - Posse de agentes de telecomunicações da Polícia Civil - 20120310

De Infogov São Paulo
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Transcrição da coletiva na Posse de agentes de telecomunicações da Polícia Civil

Local: Capital - Data: 03/10/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, hoje uma boa notícia. A posse já de 289 policiais civis, agentes de telecomunicações. Então, isso é um reforço, 289 policias civis a mais, energia nova, time novo; concurso extremamente concorrido para esses 289 vagas. Nós tivemos 83 mil inscritos, então um pessoal realmente muito preparado. Passaram num concurso duríssimo, agora já começam a fazer academia Acadepol, Academia de Polícia, em 90 dias já estarão nas delegacias e distritos policiais trabalhando. Agente de telecomunicações em um mundo que é de TI, de informação, é fundamental. Essa é a profissão mais importante para se ganhar tempo, buscar eficiência, delegacia eletrônica, BO eletrônico, integração de sistemas, rapidez, inteligência policial, facilitar a vida das pessoas e combater de forma eficaz o crime. Então, parabéns a Polícia Civil. E conversei agora com o secretário da Segurança Pública, Ferreira Pinto, e com o delegado geral, Dr. Marcos Carneiro, o concurso de delegados foi muito bom. Foi de altíssimo nível. E estamos também com a academia de polícia toda preparada. Então, nós nomeamos 200, né? Nomeamos 200 delegados de polícia. Eles terminam a academia mês que vem e já vão todos trabalhar. Então, mais 200 delegados muito bem preparados pra polícia investigativa e judiciária. Como o concurso foi muito bom, então autorizei, nós vamos chamar mais 157. Então aí nós completamos os aprovados. E com mais 157... Aí quando terminar a academia agora em novembro, quando termina a academia dos 200, já entram os 157. Então, nós vamos dar um grande reforço na Polícia Civil.


REPÓRTER: Governador, nos últimos dias a Folha de S. Paulo tem publicado uma série de reportagens sobre os dados [ininteligível] como é que o seu governo tem tratado isso? Em dado momento o senhor disse que existem muitas lendas sobre o PCC. Mas foi comprovado que eles estão em várias cidades do estado. Como é que o senhor tem visto essa questão da...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, eu já me manifestei e o Dr. Ferreira Pinto pode complementar.


REPÓRTER: Governador, é o seguinte, recentemente [ininteligível] o senhor pretende [ininteligível] todas as vagas?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Nós vamos verificar. Ela é a candidatíssima secretária de administração, porque conhece tudo em matéria de concurso público aí no estado. Nós vamos avaliar. Deixar eu chegar aqui o pedido. Queria também faz uma colocação, estamos fazendo um grande esforço para que não haja nenhuma greve no Metrô, acreditamos no bom senso, porque isso só prejudica a população e a população que mais necessita do transporte coletivo, que são os trabalhadores, as trabalhadoras que moram mais distante. Então, estamos fazendo todo um esforço para que seja evitada essa greve. Confiamos no entendimento se resolva bem nessa questão ainda hoje.


REPÓRTER: O sindicato tá aproveitando as proximidades das eleições para estimular uma greve?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, não sei. Mas não é o caminho, né? O caminho é sempre o caminho do diálogo. Tá bom?


REPÓRTER: Governador, sobre o atendimento nos hospitais com essa questão das OSs [ininteligível].


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, as OSs começaram, eu era até deputado federal, primeiro contrato de gestão foi o Hospital Sara Kubistchek, em Brasília. Então, esse foi o primeiro contato de gestão. Você faz o contrato de gestão, o serviço é público, mas o trabalho não precisa ser estatal, quer dizer, ele é público, porque é 100% gratuito, gratuidade e universalidade equidade. Mas você tem mais flexibilidade com organizações sociais de direito e que não tem fim lucrativo. Então, quem são as nossas OSs, os parceiros? É a faculdade de medicina da USP, faculdade de medicina do ABC, a Escola Paulista de Medicina, o Albert Einstein, enfim... Santa Catarina, Santa Marcelina. Então... Aí isso começou primeiro na década de 90, com Sara Kubistchek, em Brasília. Eu me lembro que o Dr. Aloísio Campos da Paz me mandava todo ano um relatório dizendo: olha o resultado como foi bom. Salvaram o hospital Sara Kubistchek, que é um padrão de excelência. Aí o Mário Covas como governador implantou no Estado de São Paulo. Fez a lei, deu certo, tem bons resultados. É um ganho de eficiência importante, então o que é que vai fazer o governo? Nós vamos recorrer, porque é uma decisão ainda de primeira instância. E entendemos que é um ganho para a sociedade, porque o serviço é público, é tudo de graça, tudo com equidade, integralidade e universalidade, mas você têm ganhos aí de eficiências através de contrato de gestão.


REPÓRTER: O senhor citou no seu discurso, governador, que os [ininteligível] exemplos [ininteligível] retidão. Qual é a preocupação do seu governo com a corrupção policial?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Tolerância zero! Para isso nós temos uma corregedoria e a corregedoria forte, atua permanentemente. Aliás, não passa um dia que eu não demita alguém a bem do serviço público. Então, a corregedoria tá trabalhando. E é muito raro alguém voltar, tudo mundo vai para a justiça, né? É difícil voltar. Sinal que os processos são bem feitos. Nós até fizemos a mudança na lei orgânica da Polícia Civil no chamado Via Rápida, ou seja, ganhar tempo nesse procedimento. Tá bom?