Coletiva - Reunião com os governadores 20162203

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Reunião com os governadores

Local: [[]] - Data:Março 22/03/2016

REPÓRTER: O senhor tem a posição já geral dos governadores, há um acordo? A gente pode afirmar que á um acordo?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, primeiro eu quero transmitir o nosso sentimento pelo o ocorrido em Bruxelas, né, um ataque desumano que ceifou inúmeras vidas. Então nossas... nossos sentimentos e nossas orações. A reunião foi muito proveitosa tanto com o presidente da Câmara, tanto quanto o presidente do Senado, acho que o projeto tá bem redondo. Ele trata de uma questão central pra estados e municípios pra que... da Federação Brasileira que é a questão da dívida. É um projeto que necessário, tem espirito público, ele permite um alongamento que ajuda no fluxo nesse momento de dificuldade fiscal e de outro lado os estados apertam ainda mais a sua lei de responsabilidade fiscal, ou seja, a questão das contas públicas estaduais. Então é um projeto extremamente positivo. Pelo o que ouvi dos líderes, tanto na Câmara, quanto no Senado, eles o farão, farão a aprovação o mais rápido possível, isso é o que ouvi em ambas as casas dos líderes e dos presidentes. Em relação a PEC dos precatórios, dos depósitos judiciais, ela foi aprovada por unanimidade na Câmara Federal, está na Comissão de Constituição e Justiça, deve ser votada amanhã e nosso pleito foi também pra que desse urgência a esse... a essa proposta de emenda constitucional. Ela permite o pagamento de credores, então os credores vão receber o que lhes é devido. A nossa meta é zerar precatório até 2020, cumprindo o que decidiu o Supremo Tribunal Federal, é uma dívida também muito cara para os estados. E se atende a determinação constitucional pra zerar pagamento precatório alimentar e não alimentar até 2020.

REPÓRTER: Governador, o senhor diria, governador, que essa questão da dívida transcende diferenças entre a oposição e o Governo?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ah, não há dúvida, ela foi discutida com os 27 governadores de todos os partidos, aliás, um bom exemplo, né, um bom exemplo de entendimento, de repente esse pode ser um caminho pra outros temas difíceis, né, que envolvem a questão da federação.

REPÓRTER: O Senhor acredita na aprovação apesar do turbilhão da crise?

REPÓRTER: Por exemplo, o senhor pode dar um exemplo de uma dessas questões?

REPÓRTER: O senhor acredita na aprovação [ininteligível].

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Eu acredito... eu acredito eu acho que, independente da questão política constitucional de impeachment, o Brasil precisa funcionar. Eu garantir emprego que as instituições podem sair ainda mais fortalecidas de todo esse episódio e nós temos que trabalhar pra garantir emprego, né, garantir emprego, a economia possa retomar o desenvolvimento.

REPÓRTER: Na prática esse alongamento da dívida vai significar investimentos, geração de emprego, o que vai mudar na vida do cidadão?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ela vai... ela vai permitir aos estados investimentos, que é geração de emprego, de renda, infraestrutura, logística, possibilidades de PPPs, contrapartidas, ela é importante. E de outro lado, pra quem ainda não fez o seu ajuste fiscal, ela exige uma série de medidas de austeridade, de medidas de equilíbrio fiscal.

REPÓRTER: Governador, foi falado sobre CPMF nessas reuniões?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não.

REPÓRTER: Não?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não.

[ininteligível]. Categoria 22 de março de 2016 [[]]