Discurso - Assinatura de 25 convênios do Dade com 14 municípios 20162712

De Infogov São Paulo
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Discurso - Assinatura de 25 convênios do Dade com 14 municípios

Local: Capital - Data:Dezembro 27/12/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Bom dia a todas e a todos! Quero cumprimentar o Deputado Federal Samuel Moreira, Secretário Chefe da Casa Civil, o Laércio Benko, nosso Secretário do Estado de Turismo, Márcio Camargo, falou em nome da Assembleia Legislativa, Deputado Estadual, Mauro Orlandini, Prefeito de Bertioga e Presidente da Aprecesp, Prefeito de Aparecida, o Márcio Siqueira, Batatais, o Eduardo, Eldorado, o Eduardo Fouquet, Guaratinguetá, o Francisco Carlos, Itu, o Tuíze, Joanópolis, o Adauto, Paraguá Paulista, o Edinei, Piraju, Dr. Jair, Poá, Marcos Borges, Salesópolis, o Rafael, Salto, Juvenil Cirelli, Santos, Paulo Alexan dre Barbosa, São José do Barreiro, o Zé Nilton e Analândia, Dr. Rogério Ulson. Prefeitos eleitos de Itu, Guilherme Gazolla, de São José Do Barreiro, o Lê Braga, de Paraguaçu Paulista, Almira Garms e de Salto, Geraldo Garcia, de Guaratinguetá, o Marcos Soliva, em Joanópolis, o Mauro Garcia, nosso sempre Deputado, Fernando Zuppo, Gerente Executivo da Aprecesp, Mauro Sérgio Matsumoto, da Casa Civil, Toni Sando, Presidente Executivo do São Paulo Convention & Visitor Burreau, Daniel Parra, respondendo pela diretoria do DADI, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais, amigas e amigos, uma grande alegria, nós estamos encerrando o ano, estamos a poucos dias de encerrar um ano difícil, não é? De grande luta e ‘raspando aí o fundo do tacho’ e assinando convênios com 14 cidades no valor de 24,7 milhões de reais e com isso, nós totalizamos esse ano, mesmo em um ano de dificuldade, 824 milhões de transferências voluntárias para as prefeituras municipais, que é o dinheiro mais bem aplicado porque é descentralizado e colocado lá na ponta. E o DADI, as estâncias turísticas, tem toda uma lógica, não é? E por isso que o Brasil inteiro vem ver aqui como é que funciona. Vamos pegar Aparecida. Qual a população de Aparecida, Márcio? 35 mil habitantes, essa é a população. Quantos romeiros deve ter recebido este ano? 12 milhões de romeiros. Então, é evidente que a cidade precisa ter um apoio porque a cidade de 32 mil habitantes recebe 12 milhões de romeiros. Então, essa é a lógica do DADI, o município escolhe, “olha, eu vou reformar o Mercado Municipal, eu vou fazer um novo acesso à cidade, eu vou ilumina r, eu vou recuperar o teatro, eu vou fazer um centro de eventos, eu vou fazer a orla da praia, eu vou fazer um parque”. Cada um sabe da sua necessidade e a gente aporta um recurso para investimento que ajuda, não é? Ele deu um exemplo aqui, o Paulo Alexandre Barbosa, o Paulinho. Quantas pessoas devem agora, nos próximos dias, descer lá para Santos? Três milhões de veículos, três milhões de veículos! Então, isso é muito bom! É muito bom porque está movimentando a economia, gerando emprego, melhorando renda. É interessante como o setor de serviços, ele movimenta e o câmbio ajuda. Com o dólar a 3,30 e é bom que estivesse aí, acima de 3,50, o dólar aí nesse patamar é ótimo porque o Brasil exporta mais e as pessoas ficam no Brasil, vão conhecer melhor o país. Nós, lá d o Vale da Paraíba temos lá o Vale Histórico. Um dia em uma reunião de colegas médicos, eu perguntei para o pessoal: “Quem conhece aqui, Bananal”? Cidade maravilhosa no Vale Histórico, época do café, hotéis fazenda, ninguém conhecia. “Quem conhece São José do Barreiro”? Parque Nacional da Bocaina, aquele clima maravilhoso, areia onde Monteiro Lobato escreveu Cidades Mortas, Silveiras, não é, o clima, Serra da Bocaina, artesanato. Ninguém conhecia. “Quem conhece Miami”? Aí, todo mundo. Então, não é, eu acho que o brasileiro tinha que conhecer, antes de ir para o exterior, tem que conhecer Fernando de Noronha, tem que conhecer Altér do Chão, o encontro das águas do Tapajós com o Amazonas, aquilo é um dos lugares mais bonitos do mundo, não é? Pantanal, Bonito, Jalapão, isso para citar, aqui em São Paulo então, você tem estâncias religiosas, climáticas, hidrominerais, águas quentes, cultura, não é? Praias, fazendas, gastronomia, então, eu não tenho dúvida de que vai crescer muito. O Brasil, muita gente vai vir para o Brasil fazer turismo porque com o câmbio barato, então, muita gente vai vir de fora para cá. É difícil um país com os recursos, a beleza natural do Brasil e a hospitalidade, não é? O latino, não é? O brasileiro é por natureza, hospitaleiro, afetivo, não é? Emotivo, então, recebe bem. Uma cozinha maravilhosa, recursos naturais, então, a gente fica muito feliz. E esse é o desafio do mundo moderno. Um dia desses, teve um trabalho de um economista americano que se chama “Abundância”, então, ele fala, “ Alguns dizem assim, o mundo vai ser um caos, vai faltar água, vai faltar comida”. Nada disso, o mundo vai ser de uma grande abundância, por quê? Energia solar. A energia solar é uma revolução, com tecnologia, você vai ter custo menor e com energia mais barata, acabou falta d´água, você transporta, ‘dessaliniza’, o problema é tudo custo. Se a energia é mais barata, acabou. Falta de comida? Acabou, Você produz um prédio em Nova York, desde que você tenha energia barata, então, você vai ter um mundo mais barato porque vai haver uma grande desintermediação, os cartórios vão cair todos, vai desintermediar tudo. ‘Uber’? Uma realidade, o cara pega um carro, vai lá, ele sai trabalhando de noite. Airbnb. Quero um apartamento de frente para o mar em Ubatuba, quero um quarto, é só entrar na internet. Quero dividir um quarto com dois, pagar só metade. ‘Waze’, são plataformas tecnológicas, é tudo em uma velocidade surpreendente. Mas o que é que vai acontecer com essa desintermediação? É mais barato, só que desemprega. Se pegar banco, banco vai ficar desse tamanhinho assim, ó. Por que para que é que você vai no banco? Tudo internet, então, você vai ter um desemprego brutal pela desintermediação. Aí, vem então, o grande desafio, emprego e renda, um mundo mais barato, um mundo de abundância, mas onde é que as pessoas vão trabalhar? A agricultura mecaniza tudo, é máquina, máquina, máquina. Em quinze anos, não vai ter nem tratorista. Tudo por sistema, computação embarcada. A Linha 4 do metrô não tem operador, trem fantasma. Não tem ninguém, p ode ir lá procurar que você não acha um operador. Tudo sistema. Senão, não poderia a distância entre um trem e outro ser de 85 segundos. Ser humano não consegue só sistema. Então, você vai ter uma grande... Então qual o desafio do mundo moderno? Nós temos que estar focado, emprego e renda, emprego e renda, emprego e renda, e tudo o que gera emprego e gera renda a gente estimula. Esse é o desafio. O Brasil está com 12 milhões de desempregados, só que para o IBGE é desempregado quem está procurando emprego. Quem não está procurando emprego está fora da estatística. Então você tem 6 milhões no chamado desalento. O desalento é o cara que desistiu de procurar emprego, está fora da estatística. Então é 12% mais 6%, ainda tem mais 6%, 5,5% no biquinho, no subemprego ali se virando. Então esse é o foco. O que pode hoje gerar emprego? Exportação. Nós somos deste tamaninho no comercio mundial. Então pisar no acelerador na exportação. O segundo é, infraestrutura e logística. Saneamento, casa, moradia. Construção civil é muito emprego, é direto. Cada obra dessa aqui quantos empregos não vai dar? É asfalto, é praça, é construção, é mercado, é parque, você está movimentando a economia. Então é uma alegria e fazendo da melhor forma que é transferindo para os municípios. Executa na cidade, prioriza no município, atende a população local. Então a gente fica muito contente de recebe-los, agradecer os prefeitos que estão encerrando o mandato, vão para o nosso time, meu e do Samuel. Não tem mais ex, viu? Você já viu ex-bispo? Não existe isso. É bispo emérito. Então vamos passar a partir do dia primeiro para o nosso time dos eméritos. E parabéns porque não foi fácil. Nós tivemos três anos praticamente de retração da atividade econômica. Governar com dinheiro é moleza, moleza. Agora governar sem dinheiro não é uma tarefa simples. Então, nossos cumprimentos aí pela jornada e pelo trabalho. Aqui continuamos sempre o cafezinho no bulo para recebe-los com muito carinho. Os que estão assumindo contem conosco aí nessa nova tarefa. Eu acredito que 2017não vai ser uma Brastemp, mas vai dar uma, uma melhorada, talvez até piore um pouquinho o desemprego nos primeiros meses porque passou o Natal o varejo reduz. Aquela Turma que foi contratada mais para o mês de dezembro dá uma encolhida. E os prefeitos que assumem dia prime iro no Brasil vão ter que fazer mais um ajuste. Diz que custo é igual unha, tem que cortar toda semana, não é? Então vai ter que dar mais um ajuste. Mas o fato é que a tendência depois é de ir recuperando a atividade econômica. E aí lembrou bem aqui o Paulinho, o setor de serviços é emprego. Emprego, renda e renda. E o turismo vai crescer, São Paulo tem 45 milhões de pessoas. Nós temos uma população maior do que a Argentina, do que um país. Então se todo mundo for conhecer, nós precisamos divulgar mais. Hoje eu acabei de convidar aqui o nosso novo assessor de comunicação aqui para o governo vai assumir no dia 9. Fazer uma estratégia de divulgação dessas belezas aqui de São Paulo. Agradecer o Samuel tem feito ótimo trabalho na Casa Civil que não é fácil, não é fácil. O Beraldo era... Paulinha. Ele era secretário da Casa Civil, o Sidney Beraldo, que está no Tribunal de Contas. Aí uma sexta-feira, 11h da noite, ele entrou no gabinete. Estou arrasado, estou acabado. Aí recebi deputado tal, tal, tal não é o márcio Camargo, viu? Aí eu foi listando. Falei: o Beraldo mas você não quer ser chefe da Casa Civil e ser feliz, não é? Aí não dá também, isso é demais. Na vida a gente tem que optar. Agradecer o Samuel porque não é uma tarefa fácil, não é? Ele está fazendo muito bem parabéns. Agradecer ao Benko, secretário de Turismo. Essa é uma pasta com potencial. Ele citou, nós temos 70 estancias, eram 67, fechamos aí em 70. Com Guaratinguetá, Religiosa, Brotas, Turismo de aventura, rafting, rios e Olímpia que tem hoje 14 mil leitos. É impressionante. Dr. Paulo Maluf não encontrou petróleo, mas água quente encontrou lá em Olímpia. Então, vamos tomar um cafezinho.

[aplausos].