Discurso - Laboratório doa patente de nova tecnologia de aplicação de vacina para a saúde pública - 20120506

De Infogov São Paulo
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Transcrição do discurso "Laboratório doa patente de nova tecnologia de aplicação de vacina para a saúde pública"

Local: Capital - Data: 06/06/2012

MESTRE DE CERIMÔNIA: O Governador Geraldo Alckmin.


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR: Boa noite a todas e todas. Saudar o nosso Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Deputado Barros Munhoz, Presidente da Assembleia, Ogari de Castro Pacheco, Presidente do Laboratório Cristália, Sr. Giovanni Cerri, Secretário da Saúde, Carlos Gadelha, Secretário da Ciência e Tecnologia, do Ministério da Saúde, Dirceu Barbano, Presidente da Anvisa, os homenageados dessa noite, a Regina Tiffoletto, o professor Jorge Khalil, o professor Osvaldo Sant'anna, pesquisadores, amigos e amigas. Uma palavra breve. Dizer da alegria, de estarmos aqui, homenagear aqui três cientistas, pesquisadores. Hoje eu tomei uma vacina do professor Osvaldo e uma dose de reforço. E uma grande aula aqui, não é? Sobre a cívica. Mas eu queria dizer que eu ouvi no cantinho aqui, o professor Osvaldo mostrou essas siglas maravilhosas. Tinha aqui no cantinho uma sigla chamada Fapesp. E a Fapesp fez na semana passada, 50 anos. Importante também, é que a Fapesp é um paradigma. Sob o ponto de vista da pesquisa em São Paulo que acabou repercutindo no Brasil. A outra, o Butantã. Pra mim uma alegria da maior, porque quem comprou a fazendo do Butantã, que aliás, era muito maior. A USP pegou uma parte grande da fazenda do Butantã, foi um conterrâneo meu, Emílio Marcondes Ribas, que adquiriu a fazenda aqui em São Paulo. E hoje é um dos maiores institutos soroterápicos da América Latina. E de outro lado, o Laboratório Cristália, e quero aqui trazer um abraço grande para o Dr, Pacheco, laboratório 100% nacional e não apenas compra produto ativo, para fazer produto final. Mas que faz síntese química, que tá na vanguarda, na ponta da ciência, da inovação, trazendo grande contribuição ao país. E estamos muito otimistas com a vacina oral da hepatite B, porque a hepatite hoje é uma questão de saúde pública, no mundo, inclusive no Brasil, não tenho dúvida de que a vacina oral vai poder permitir uma imunização ainda muito mais efetiva, melhorando a saúde das pessoas. O nosso tempo é o tempo de grandes mudanças né, no mercado de trabalho nossas vovós tinham três, quatro profissões, hoje as mulheres estão em todas as áreas; tecnologia de informação mudou muito, mas uma das mudanças mais espetaculares foi a mudança demográfica. Nesses últimos 50, 60 anos mudou o mundo. O Castelo Branco que trabalha comigo, nosso secretário particular, Marco Antônio Castelo Branco falou: “Doutor Geraldo, o senhor vai me liberar um pouquinho mais cedo, porque eu vou levar a minha mãe para jantar. Ela está comemorando hoje 103 anos lúcida e bem, ainda toma uma cervejinha no domingo”. 103 anos. Mudou o mundo – um espetáculo - e nós devemos isso a ciência, aos fármacos, aos medicamentos, a química. Impressionante, antigamente se morria de gripe. Em 1918 morreu no Brasil 300 mil brasileiros de gripe espanhola, inclusive o presidente da república, presidente Rodrigues Alves morreu que nem o Tancredo; foi eleito e não tomou posse do segundo mandato, assumiu o Delfim Moreira. Morreu de gripe espanhola, de gripe. Então mudou e nós devemos aos avanços da ciência, da química colocada a serviço da qualidade de vida da população, por isso os parabéns aqui a todos e eu vou parar porque o Mário Covas me ensinou a não cometer nenhum dos pecados, não é. Ele dizia: “Não se fura a fila; não se interrompe partida de futebol”. E eu acrescento; não se atrasa a apresentação artística do nosso secretário de ciência hoje e do [ininteligível].