Discurso - Programa Trato na Escola 20131801

De Infogov São Paulo
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Discurso - Programa Trato na Escola

Local: Capital - Data: 17/01/2013


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Bom dia! Bom dia a todas e a todos! Cumprimentar o nosso chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Fernando Padula; Rosania Morroni, Subsecretária de Articulação Regional da Secretaria de Educação; Maria José Valezin, Dirigente Regional do Ensino Norte 2; Andreia Assis dos Santos, Diretora aqui da Escola Estadual Provincia Nagasaki; educadores; pais de alunos; equipe da escola da família; voluntárias; amigos e amigas. Primeiro, feliz de conhecer aqui a escola, aliás, pelo o que vi aqui na entrada, muito bonita, muito caprichada. Uma escola do 1º ao 5º ano do ensino fundamental I, escola de grande carinho, grande cuidado, muito bonita, muito caprichada, e nós estamos participando do Trato na Escola, que é o programa onde a gente transfere a todas as escolas praticamente, 4.741 escolas, R$ 7.900, dá aí R$ 37,4 milhões para poder... Pequenos reparos, pintura, enfim, fazer o acabamento, deixar a escola bem caprichada. Aqui nós teremos parede, pintura, para [ininteligível], corredores, refeitório, porta de banheiro de alunos, pisos de entrada de aluno, portões, manutenção em hidrantes, extintores, manutenção hidráulica, troca de registros, de válvulas, manutenção elétrica, troca de reatores, abastecimento de extintores de incêndio, limpeza de caixa d’água, desinsetização, troca de registros, limpeza de calhas, jardinagem, enfim. Esse programa vale para 4.750 escolas, nós temos 5.300, as outras, as APMs que tem algum problema, a própria Secretaria está executando. O programa todo dá R$ 42 milhões, as aulas começam agora no dia primeiro. Então, começarem com o local bonito e bem arrumado. Eu, há uns 10 anos atrás, fui inaugurar uma estação, entregar trens na Zona Leste de São Paulo, teve um caso interessante, diretora. Na estação, uma senhora reclamou lá de uma escola. Aí eu falei: “Mas, me diga qual é a escola”. Ela entrou no trem, disse a escola e o trem saiu. Eu anotei, eram sete e pouco da manhã, sete e meia. Vamos dar um pulinho lá. Aí, fomos lá na escola. Reclamava que a escola estava suja. Aí, cheguei lá, conversei lá com o pessoal da escola, o módulo está correto? Está correto, número de funcionários, tudo isso. Aí, fui dar uma andada, um bairro mais retirado, e, realmente, tinha um pouco de plástico, sujeira no jardim, perto do muro e tal. Aí, eu, para dar exemplo, perguntei lá para a diretora: “Tem saco plástico?” ela falou: “Tem”, “Então me dá cinco sacos plásticos”. Peguei o saco plástico, dei outro para o Dr. Meireles, que era o Secretário de Desenvolvimento Econômico, outro para o ajudante de ordens, outro para a assessora de imprensa que estava junto, e fomos fazer uma faxina. Aí, a molecada do bairro subiu no muro, para acompanhar a limpeza, e o sol começou a esquentar; e eu percebi que a tarefa era um pouco maior do que eu imaginava, porque tinha um entulho no fundo do terreno. Aí, a molecada do muro gritava: “É lá no fundo, doutor! É lá no fundo!”. Se eu for para lá, eu vou passar o dia aqui, não é? Mas, enfim, a gente quer as escolas... É interessante como educa. Você pega o caso do metrô, o metrô é limpo, embora transporte 5,5 milhões de passageiros/dia; 5,5 milhões. Mas é a teoria do vidro quebrado, se você ter um carro abandonado, com vidro quebrado, ele acaba de ser depredado; se está arrumadinho ele é preservado. Então, tem um papel educativo. Nós queremos, o prédio é importante, mas muito mais importante é educar, e a gente educa pelo exemplo, pela maneira como que a gente faz as coisas. Mas, ficamos muito felizes em estar aqui na escola estadual, para nos incorporarmos nesse esforço, pintar uma parede aí, vê se dá para fazer, e, especialmente, trazer um abraço muito afetivo aqui, desejando um ótimo ano letivo a todos os nossos professores, as equipes aqui da escola. Muito obrigado!